Na incerteza do que vem, acredito na
diferença do que tenho, do que fica e do como vai ser. Sei que este balançar de
sentimentos e de emoções fazem de mim uma pessoa mais humana, mais real, mais
frágil, mais extraordinariamente capaz… por isso, olho o horizonte com mais
curiosidade do que receio e vivo cada instante com a lembrança permanente da
existência de uma felicidade que não se mede, mas se sente; que nasce em mim e
que escolho alimentar a cada dia, numa conquista única e solitária, que me
transforma a cada instante naquilo que um dia sonhei ser. É um processo. É uma
escolha. Segredo a mim mesma no silencio dos dias e dos momentos em que é
preciso (re)equilibrar. E nesse preciso momento sei que tudo vai e vem, que
tudo se ajusta na medida certa e no tempo que tem de ser. Porque na verdade dos
dias e dos sentimentos há sempre algo para agradecer. Porque nas coisas simples
que me preenchem os dias vive a maior das felicidades e dos sonhos. Porque a
felicidade sou eu. Porque é este sentimento de gratidão pela vida que faz com
que o que eu tenho seja mais que suficiente!
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